terça-feira, 30 de abril de 2013

6-word letter #31

                  "Mother" - she said.
                  "Mother,
                  it hurts."

Day-dream

                  Once, I stopped myself and started wondering about your purest thoughts about me.
                  Were they for real or just a dream? Did you wish for them to come true?
                  Did you wish me?

                  Because once, you stopped myself and started looking right into my eyes,
                  like you could see through them and walk aroung inside my mind.
                  I was thinking of you. Or were they just a dream?
                  You asked me if I wanted these thoughts to come true.
                  It felt like a propose to me.
                  And I said
                  I do.

6-word letter #30

                  Their poisoned truth buried me
                  alive.

6-word letter #29

                  Trembling heart screams to flee away.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

6-word letter #28

                   Hollow lies taught me rough sincerity.

6-word letter #27

                  I was fine.
                  He brought misery.

6-word letter #26

                  Beyond quintessence, lies the unsettled souls.

6-word letter #25

                  I love you.
                  He lied too.

Capitalismo banhado à sangue

                  Hoje foi difícil acordar, Está cada vez mais difícil levantar e encarar esse mundo sem eira nem beira que te faz sentir perdido mesmo dentro de casa. Não quero olhar pela janela porque sei que tudo o que verei são pessoas vivendo pra trabalhar, e não trabalhando pra viver. Pessoas pequenas de caráter, pessoas disfarçadas de bom samaritano, pessoas cruéis, pessoas fúteis. Alguma ou outra honesta. Mas honestidade é o que vejo que mais falta na humanidade hoje em dia depois de falta de caráter.
                  Essa é uma carta pra ninguém chamado humanidade. Passou da validade a minha esperança em ver um mundo melhor. Talvez meus filhos, seus filhos, netos, bisnetos, presenciem um mundo mais humano. Ou talvez presenciem todo o caos que estamos criando sem nos dar conta. Talvez as próximas gerações nasçam mais inteligentes e parem de procriar. Ou talvez elas, mesmo procriando, saibam dar valor à vida e não ao dinheiro. Dinheiro não é sinônimo de felicidade, nem de bem-estar.
Se estás lendo isso, comece agora. Guarde seu dinheiro e evite gastar o máximo que puder. Veja como é fácil viver sem ser manipulado por um mundo capitalista. Passe em frente àquela loja e diga "eu queria tanto esse tênis". E logo depois, repita quantas vezes achar necessário: "mas eu não PRECISO desse tênis."

                  Se todos fizessem isso, sete dias por semana, talvez houvesse uma diferença. Mas você se importa com isso, ou com a sandália da moda que cabe perfeitamente nos teus pés?

domingo, 28 de abril de 2013

6-word letter #24

                  There's no beauty,
                  says the mirror.

Never forgotten, never unveiled

                There’s an amazing fact surrounding her: she will never be absolved. She will never die. She will never be exposed to poisoned lies – for She is Death, and every and each soul must kneel down before her, for she has the power of no other being in this place, on this planet, or Universe.
                She has it all on her hands. She has you and your mere soul on a wrecked body.            She’s got it all. So place yourself on your knees, look at her and complain about all your sins and mistakes. She won’t be forgotten. She won’t be revealed.
                But first of all:
                She’s not Jesus, and she won’t forgive
                 a single
                mistake.

6-word letter #23

                  Words are vain, keep them away.

6-word letter #22

                  All the beauty I adored;
                  nevermore.

6-word letter #21

                   Catch my attention: burn yourself alive.

6-word letter #20

                   Nothing makes her smile,
                   but blood.

6-word letter #19

                  He was amused by her. Dead.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Obscuro




                Não é apenas como sentir algo a me corroer por dentro,
                mas também sentir algo querendo sair
                de dentro de mim;
                 mas, em mim,
                só há um grande vazio
                a ser explorado.

Fatos, verdades e montanhas



                Eu sei dizer a verdade. E sei que dela nem sempre conseguimos coisas boas, mas pelo menos, conseguimos algo real. E verdadeiro para mim é o fato de que eu tenho em mente a minha capacidade de ser completamente inútil, mas também a capacidade de poder matar tudo e qualquer coisa com um simples gesto sem hesitar. Isso quando tenho motivos. E não me arrependo de acreditar nessa minha verdade e de assumir minha capacidade. Eu poderia simplesmente esconder-me atrás de uma mentira mais acolhedora e fingir acreditar no que desconfio. Não. Essa não é a minha verdade, esse não é meu ego.  
                Tenho por mim a mais verídica frase que já disse em todas as minhas conversas solitárias dentro de uma mente desorientada: uma vez que morre para mim, não há volta. Pessoas não ressuscitam, motivos não morrem, atos não se escondem para sempre. E uma hora, eu sei que acontecerá comigo. Já aconteceu. Já houve pessoas em minha vida que matei com a força da razão e não há um jeito de desfazer, e nem de me arrepender. Eu prefiro ser presa em uma (mente) solitária com motivos sensatos do que continuar vivendo em liberdade assistida sem mover um palito, quando tenho forças pra mover montanhas. Montanhas que atrapalham caminhos, que machucam com suas avalanches e destroem vidas e gerações. Eu removeria uma montanha, a sua montanha, sem arrependimentos. Não peço confiança, nem que acredites em minhas palavras. Só peço e espero que tenhas cuidado com suas atitudes quanto à mim ou alguém por perto. Não penso duas vezes. E se penso, acredite, será ainda mais fácil conviver com as consequências de um ato bem pensado. Só tenha cuidado.

6-word letter #18



                Everything she touches, dies.
                Like me.
 

© 2009Dead Souls | by TNB